segunda-feira, 19 de maio de 2014

Atividade 6: Gestão democrática e participativa: relatos das possibilidades

Um exemplo de gestão democrática na escola foi a realização do Projeto "Aulas na Sexta".

Na escola em que trabalho, o Anecondes Alves Ferreira, temos muitos problemas com a frequência dos alunos nas sextas-feiras, isso infelizmente é um problema recorrente em muitas outras escolas também.

Verificando a necessidade de aumentar a frequência dos alunos, alguns professores se reuniram e propuseram em meio ao 2º bimestre a realização de uma atividade que mantivessem os alunos que vinham na escola e que atraíssem os demais alunos faltosos, a forma que esses professores encontraram foi a realização de aulas em conjunto a partir de um tema gerador que seria explorado de várias formas diferentes por todos os professores que ali estivessem ministrando essas aulas.

Uma das aulas que participei estava os 3º anos e os professores de língua portuguesa, história e eu de geografia, o tema gerador era Carlos Drummond de Andrade e suas várias poesias. Em língua portuguesa se analisava a estrutura de suas poesias, em história o contexto em que elas foram escritas, pois muitas delas ocorreram no período da Ditadura Militar e em geografia o local, a modificação da paisagem que ocorria em Itabira sua cidade natal que sofria as transformações impostas pela Vale do Rio Doce.

Com o auxílio da internet e do uso do Data Show o próprio Drummond declamava seus poemas. Após visualizar e ouvir os poemas ocorria um momento de reflexão dos alunos sobre o poema e a análise pedagógica dos professores.

Muitas foram às aulas realizadas e essa forma diferente, criada a partir de uma necessidade que foi percebida no decorrer do ano letivo, pode ser realizada com a permanente troca de informações e discussões das necessidades que estavam ali expostas. Se a escola não possibilitasse uma alteração das formas pedagógicas muito provavelmente as sextas-feiras iriam minguando até que todos os alunos deixassem de comparecer à escola.

Creio que a gestão democrática consegue analisar constantemente a realidade da escola, mesmo porque ela é dinâmica e em conjunto com toda a comunidade ou parte dela começa a interferir no processo de aprendizagem corrigindo os erros percebidos até então, sem se preocupar com as antigas formas restritivas de dar aula.

A gestão democrática realizada neste relato teve como agentes realizadores os professores e a direção que alterou o planejamento realizado, procurando uma melhora nas condições encontradas até então.

Um dos vídeos se encontra no link abaixo:

terça-feira, 1 de abril de 2014

Atividade 8

Nome: Paulo Sergio lima de Paula
Turma: EE/DV/D01

Intervenção Pedagógica

Título: O ser humano e a paisagem

A matéria consta no Caderno do Aluno do 6º ano, volume 1 do ano de 2014, do Governo do Estado de São Paulo, páginas 5 à 30.

Objetivo:

No 6º ano do ensino fundamental II, a matéria inicial é paisagem, e no momento da execução desse conjunto de aulas, exploramos vários aspectos da paisagem e principalmente suas transformações. Contemplamos o conhecimento sobre espaço geográfico quando o apropriamos com os sentidos, sejam eles a visão, a audição, o tato, a fala o paladar.
Apreender toda gama de informações que compõe a paisagem é complexa, mas perceptível, pois, permeia a nossa vida e realidade. Com a natureza e as modificações que o ser humano realiza nesse meio, a partir de sua interação e para realizar suas necessidades.
                “Paisagem é o conjunto de formas que, em um dado momento, exprime as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre homem e natureza. (...) Esta é o conjunto de elementos naturais e artificiais que fisicamente caracterizam uma área.”
                SANTOS, Milton. A natureza do espaço. Técnica e Tempo, Razão e Emoção. São Paulo: Edusp, 2008. 4. Ed. Hucitec, 1996.

Desenvolver as competências ligadas à observação, leitura e interpretação das paisagens existentes.
Decodificar imagens , produção de textos e realizar trabalhos de pesquisa.

Duração

2 meses, com 4 aulas por semana de geografia e 1 hora por semana com atendimento na sala de recursos.
Recursos
Para a realização da atividade é necessário que cada aluno da sala tenha o caderno do aluno que é fornecido pelo Governo do Estado de São Paulo. Computadores com fone de ouvido e programa de leitor de tela NVDA para uso em dupla, Data Show com caixas de som e filmes com áudio descrição.

Desenvolvimento da aula

Inicialmente por meio de uma conversa com os alunos, algumas questões são feitas para compartilhar com os demais colegas a noção que cada um tem sobre o assunto:
- O que é paisagem?  Quem a fez?  Ela sofre alterações?
Com as respostas obtidas podemos ir ao segundo passo que é a analise das respostas e inicio das atividades do caderno do aluno.
O Data Show será utilizado para mostrar imagens de diversas paisagens, e será utilizado a função da áudio descrição possibilitando aos alunos deficientes visuais compreendam as imagens.
A sala de informática será sempre utilizada em duplas e terá a finalidade de pesquisar, analisar e compreender as transformações espaciais realizadas pelo ser humano.

Avaliação

Exercícios realizados em sala, pesquisas e trabalhos realizados em casa.




Proposta de Intervenção

Paulo Sergio Lima de Paula
Turma: T2/14/EE-DV/D01
PLANO DE AULA

  1. A aula

A partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.

 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

“Art. 4º. O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de: III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.”
LBD - 9.394


1.1.        Participantes
      Unidade Escolar: E.E Anecondes Alves Ferreira
Docente da Sala de Recursos e o professor de geografia

1.2.        Tema da aula
As regiões brasileiras.

1.3.        Objetivos da aula

No 7º ano do ensino fundamental II, é importante que o aluno conheça as regiões brasileiras, portanto, nessa aula iniciarei o conteúdo apresentando as 5 regiões: Sudeste, Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

1.4.        Duração

Esse conteúdo terá duração de 2 aulas de 50 minutos cada.

1.5.        Número de estudantes

Alunos com 100% da visão, alunos com baixa visão e alunos deficientes visuais.

1.6.        Recursos materiais / Tecnologia Assistivas / Softwares

Todos terão no início da aula um mapa do Brasil dividido por regiões brasileiras, para os alunos de baixa visão o mapa deverá ser ampliado e com grande contraste de cor, para os alunos deficientes visuais teremos mapas com alto-relevo, onde cada região apresenta um contraste de textura. 
Na segunda aula iremos a sala de informática, onde com os recursos de acessibilidade do Windows, a ferramenta lupa será previamente selecionada para o aluno com baixa visão, e para os alunos com deficiência visual deverá estar disponível fones de ouvido e leitor de tela NVDA (www.cegeta.com/downloads).

Nessa aula utilizaremos os sites:
Assim, eles explorarão as opções de mapas para terem uma base de conhecimento mais concreta.
Utilizando os objetos educacionais pesquisadas no Banco Internacional de Objetos Educacionais, utilizaremos a tecnologia a serviço da educação e da inclusão. O objetivo é aprender e interagir a partir da divisão das regiões brasileiras. O 1º link visa Facilitar a visualização das unidades do relevo brasileiro em mapa do Brasil, para os deficientes visuais o leitor de tela o ajuda a compreender a diferença de altitude entre os lugares. O objetivo é trabalhar o relevo para explicar a divisão das regiões brasileiras, pois, é parte importante para entender a divisão regional, influi no clima, na agricultura e na ocupação do solo. O 2º e 3º links Trabalham com as formas dos estados e sua localização, esse atividade é importante no processo de ensino aprendizagem, porque é um jogo e de uma forma descontraída ensina a geografia.

2.    Desenvolvimento da aula
Previamente será trabalhado o conceito de cidade, estado, país e as diversas formas de se regionalizar, explicar que agrupamos em um mesmo conjunto elementos que apresentam as mesmas características.

A experiência dos alunos no jogo dos mapas auxiliará no aprendizado das formas dos estados e o relevo será muito importante para diferenciar uma área da demais.
 
A aula iniciará com um pequeno debate sobre o motivo de se dividir o Brasil em regiões e estados, após esse primeiro momento a atividade com o mapa será realizada individualmente em sala de aula, mas na segunda aula será feito em duplas para utilizar os computadores.
Creio que será uma aula interessante, devido o uso da internet, com os mapas e o jogo interativo, tirando o foco apenas da sala de aula.
Desenvolveremos atividades que utilizam a sala de aula e a sala de informática, mapas e jogos e sites acessíveis para a utilização de todos.
A aula encerra após o debate, com o término do jogo e conversando sobre as impressões de cada um sobre a aula.


3.     Adaptações e Recursos de Tecnologias Assistivas
A opção lupa será usada no computador, computadores com leitor de telas, mapas de diversos tipos, com cores chamativas, com alto contraste de cor e com relevo e textura.

4.    Avaliação
A avaliação será realizada ao longo das duas aulas com o jogo e com a utilização dos mapas.
O término do jogo em menos tempo, poderá ser levado em consideração na avaliação.

Referências bibliográficas:

____ . Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC,
2006.


Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – Brasília - 2008

sexta-feira, 28 de março de 2014

Sentidos dos sentidos



LEOPOLDO RAIMO (Botucatu/SP, 1912 - São Paulo/SP, 2001)
Sem Título, 1958
http://www.sentirpraver.com.br/obra_leopoldoraimo_pintura.html

Memorial da Inclusão

Quadro Rua em Sevilha, 1911, de Dário Villares Barbosa, Abaixo quadro tátil, e quadro em forma de maquete, o que me interessou muito foi a questão de opções acessíveis a cegos pois, apresenta a opção da utilização de vários outros sentidos.



http://www.sentirpraver.com.br/obras.html

sábado, 22 de março de 2014

Exercícios da Especialização em Educação Especial Deficiência Visual Edutec

Todas as atividades realizada durante o curso de Especialização em Educação Especial Deficiência Visual  estará destacada em um marcador chamado AVA, dessa forma será de fácil identificação e visualização. 

As cores das flores

Todos os alunos podem realizar as tarefas que lhes apresentam em sua vida, em sua escola, em sua família. O necessário é lhe mostrar o caminho e lhe propiciar o embasamento necessário para conseguir ser autônomo.

Observações a respeito da inclusão do deficiente visual

Deficiência Visual

Posicionamento do aluno na sala de aula de modo que favoreça sua possibilidade de ouvir o professor;

Textos escritos com outros elementos (ilustrações táteis) para melhorar a compreensão;
Explicações verbais sobre todo o material apresentado em aula, de maneira visual;
Adaptação de materiais escritos de uso comum: tamanho das letras, relevo, softwares educativos em tipo ampliado, textura modificada etc.;
Organização espacial para facilitar a mobilidade e evitar acidentes: colocação de extintores de incêndio em posição mais alta, pistas olfativas para orientar na localização de ambientes, espaço entre as carteiras para facilitar o deslocamento, corrimão nas escadas etc.;
Material didático e de avaliação em tipo ampliado para os alunos com baixa visão e em braile e relevo para os cegos;
Apoio físico, verbal e instrucional para viabilizar a orientação e mobilidade, visando à locomoção independente do aluno.

http://wwwp.fc.unesp.br/~lizanata/tcc/atividadesdeinclusao.html

O uso do globo terrestre com alunos deficientes visuais

O uso do Globo terrestre
Paulo Sérgio Lima de Paula
Professor de geografia

A geografia é a ciência que possibilita a interação entre o cidadão e o mundo, aproveita a interdependência das nações e de seus habitantes, para criar e desenvolver as relações sociais.
Segundo os PCN’s (1997):

Adquirir conhecimentos básicos de Geografia é algo importante
para a vida em sociedade, em particular para o desempenho das funções de cidadania: cada cidadão, ao conhecer as características sociais, culturais e naturais do lugar onde vive, bem como as de outros lugares, pode comparar, explicar, compreender e espacializar as múltiplas relações que diferentes sociedades em épocas variadas estabeleceram e estabelecem com a natureza na construção de seu espaço geográfico.

            Na prática, todos os alunos apresentam um conhecimento cartográfico, aquele que se obtêm pelas mídias, mas faz parte do trabalho da geografia organizar esses conhecimentos e transformá-lo em conhecimento estruturado a partir da educação escolar.
            O conhecimento adquirido em sala de aula deve ser significativo e agradável, as brincadeiras e jogos escolares podem trabalhar toda a teoria da cartografia com uma prática divertida.

 Para Pimenta (2002, p. 92),
A atividade teórica é que possibilita de modo indissociável o conhecimento da realidade e o estabelecimento de finalidades para sua transformação. Mas para produzir tal transformação não é suficiente a atividade teórica; é preciso atuar praticamente.

            Assim, uma técnica que se destaca no ensino de Geografia é o estudo do meio. Para Pontuschka e colaboradores (1991, p. 47),

O estudo do meio pode se tornar um trabalho pedagógico coletivo e inter­disciplinar ao considerar a vivência e a compreensão de realidades específicas envolvendo diferentes áreas do conhecimento.

            A atividade desenvolvida foi realizada em um espaço aberto do Instituto de Cegos Padre Chico, onde de maneira informal, começamos falando de times de futebol internacionais, o lugar onde gostaria de passar as férias e, a partir dessa conversa, começamos a analisar em grupos o globo terrestre, quais são os continentes, onde está localizado o Brasil, a importância da linha do Equador. Alguns assuntos tiveram seu espaço garantido nesse momento, onde em uma atmosfera de cooperação, os alunos cada qual em seu grupo, compartilhavam o que sabia sobre determinado local ou país.
Com o globo terrestre em mãos, foi possível verificar a existência das linhas imaginárias do Equador, dos Trópicos de Câncer e de Capricórnio – que passa inclusive pelo estado de São Paulo – e pelos Círculos Polares Ártico e Antártico, situação essa que nos levou ao tema: zonas climáticas. Onde os locais mais próximos da linha do Equador é mais quente e a medida que vai se afastando vai ficando mais frio.
Ao incentivar a curiosidade, desperta-se a vontade de aprender, um local agradável, ajuda a criar a atmosfera necessária para conectar os alunos do 8º ano a cartografia escolar.



Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.




Referências:

- PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? 5. ed. São Pau­lo: Cortez, 2002.

- PONTUSCHKA, Nidia Nacib et al. O “estudo do meio” como trabalho integrador das práticas de ensino. Boletim Paulista de Geografia, São Paulo, n. 70, p. 45-42, 1991.

Narrativa sobre inclusão escolar

Em Diadema, cidade onde leciono, verifico muitas situações de inclusão e de exclusão, primeiramente preciso contar as situações ditas de inclusão que acabam impossibilitando a mesma.
Em São Paulo há a Progressão Continuada, que já existe há pelo menos 10 anos, vem um primeiro momento criar a oportunidade do aluno que não conseguiu adquirir as competências e habilidades previstas para um determinado ano letivo, possa recuperar o conteúdo defasado no ano seguinte, o que é louvável, mas, um novo problema foi criado quando esses mesmos alunos não tiveram o direito de ter um atendimento especializado e direcionado à recuperação desses conteúdos. Na prática, acabou acontecendo a aprovação automática, quer dizer, o aluno passa sem ter os conhecimento exigido pelo currículo oficial do governo e no ano seguinte ele continua frequentando junto com seus colegas o ano seguinte, mas infelizmente sem o aprendizado do ano anterior e tendo assim impossibilitado o aprendizado do ano seguinte, assim, somam-se alunos que não foram corretamente alfabetizados. A exclusão está na falta de políticas efetivas e completas na educação.

A partir do processo de democratização da educação se evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, quando os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas continuam excluindo indivíduos e grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola. Assim, sob formas distintas, a exclusão tem apresentado características comuns nos processos de segregação e integração que pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.

 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

Segundo a LDB - 9.394: “Art. 3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”.
O trecho acima denuncia a inclusão excludente do sistema de ensino que universaliza, mas não atende adequadamente seus clientes. Já o segundo impõe por meio de lei que todos os alunos tem o direito ao acesso e a permanência na escola com igualdade de condições, tendo tratamento adequado.
Um momento de inclusão está sendo realizado com os mesmos alunos da rede pública, que apresentam deficiências intelectuais. Um aluno do 6º ano de 2010, que não conhecia as letras, infelizmente foi "empurrado" pelo sistema de ensino para o 7º ano, e em 2011 com a entrada de especialistas em educação especial começaram a atender alunos com deficiência. Em atendimento quase que individual, ele hoje no 9º ano apresenta dificuldades, mas obteve um avanço infinitamente superior ao que ele obteria sem o mesmo acompanhamento.

“Art. 4º. O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de: III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.” LBD - 9.394

Para conseguir avançar no aprendizado do aluno Samuel, além do atendimento continuado e com hora marcada. A professora que o atendeu era especialista em deficiência intelectual, quer dizer, tinha subsídios para auxiliá-lo, em uma sala com muitos jogos educacionais, vídeos, e principalmente com variedade de material impresso, a educadora pode realizar as mais diversificadas atividades que desenvolveram as habilidade e competências necessárias para um aluno do ensino fundamental II.
          Creio que o HagáQuê é um software que pode ser utilizado pelos alunos, pois, facilita o processo de criação de uma história em quadrinhos, esse programa favorece o desenvolvimento de outras habilidades do aluno.
Eu acredito que com esse curso poderei atender as necessidades dos meus alunos, aprendendo novas práticas, com um direcionamento adequado para a educação inclusiva.
            O curso a distância possibilita que professores com pouca disponibilidade de tempo para se locomover até a universidade, para se atualizar.

Paulo Sérgio Lima de Paula
Formado em Ciências Sociais pela Fundação Santo André, em Geografia pela Faculdade São Bernardo e cursando especialização em Mídias na Educação pela Universidade federal de São João Del Rei.

Referências bibliográficas:
____ . Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC,
2006.

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – Brasília - 2008

sexta-feira, 21 de março de 2014

Atividade 6

Blogs importantes sobre a Educação Especial em Deficiência Visual

  Pesquisei 2 Blogs sobre a Deficiência Visual:
O primeiro trabalha com mídias na educação especial que é algo que muito me interessa e alimenta meus projetos.
  Nesse Blog temos, embasamento teórico que nos fornece leitura para obter um maior aprendizado sobre os temas que permeiam a educação especial e também nos indica uma série de sites e Blogs que atuam nas diversas deficiências.
  Me interessei neste Blog principalmente porque ele apresenta projeto e relato sobre a aplicação de projetos de inclusão, desmitificando assim as dificuldades intransponíveis da escola.
  
http://inteligenciaartificail.blogspot.com.br/


  O segundo site me interessou particularmente, porque apresenta uma preocupação com a formação docente. neste, há uma série de links e sugestões de cursos e com relatos e vídeos (um inclusive que a partir deste lugar pesquisei e incluí no meu Blog).

  O relato Piolhos inclusivos, foi o que mais me chamou a atenção. Uma mãe relatando a luta e as experiências com sua filha nas escolas por onde ela passou. Me emocionei inclusive ao descobrir o motivo desse título tão inusitado.
  A inclusão acontece primeiro na gente, depois na escola. 
  A inclusão é um processo interno que se transforme e aí sim externaliza-se.


http://inclusaoaee.wordpress.com/



Piolhos inclusivos


http://inclusaoaee.wordpress.com/2012/01/17/piolhos-inclusivos/

segunda-feira, 17 de março de 2014

Instituto de Cegos Padre Chico

Escola especializada em educação formal para o deficiente visual. A escola recebe alunos com e sem deficiência visual, do primeiro ano ao nono ano do ensino fundamental.




http://www.padrechico.org.br/
Material disponível para consulta sobre a educação a distância para professores para o atendimento educacional especializado em Deficiência Visual.


http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf

Fundação Dorina Nowill - para cegos

Fundação Dorina Nowill para Cegos produz livros em braille, falados e digitais acessíveis e os distribui gratuitamente para pessoas com deficiência visual e a mais de 1.400 escolas, associações, bibliotecas e organizações que os atendem em todo o País.
O trabalho é desenvolvido com equipe interdisciplinar composta por profissionais das áreas de: Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, Fisioterapia, Professores de Orientação e Mobilidade, Terapia Ocupacional, Ortóptica e Oftalmologia.

http://www.fundacaodorina.org.br/

Noções da Deficiência Visual

Deficiência Visual
Deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual em ambos os olhos, com carácter definitivo, não sendo susceptível de ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes e/ou tratamento clínico ou cirúrgico.
De entre os deficientes visuais, podemos ainda distinguir os portadores de cegueira e os de visão subnormal. 


Causas da Deficiência Visual

• Congénitas: amaurose congénita de Leber, malformações oculares, glaucoma congénito, catarata congénita.
• Adquiridas: traumas oculares, catarata, degeneração senil de mácula, glaucoma, alterações relacionadas à hipertensão arterial ou diabetes.


O site abaixo apresenta uma série de informações elucidativas sobre vários tipos de deficiências inclusive a visual.


http://www.deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1038927219



Dificuldades superadas

Esse vídeo nos mostra a luta para transpor as dificuldades impostas pela sua deficiência. A audiodescrição possibilita a execução de uma atividade normal como a de assistir um vídeo. A realização de cálculos com o Soroban, a escrita com a escrita Braille.